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sábado, agosto 23, 2008

mar de galhos dardos à beira
banheira de cravos dados à morte

dados se perdem
em incongruências
e inconformidades

morrem esperas
quebram-se encantos
enquanto inculbam mares de alívio

inculcam futuro rondando a sorte
abrigam línguas inteligíveis
pendências

despedem feridas
ferem futuro
abraçam esquinas
e impossibilidades

gralham dores
enquanto açucaram
ardidas esperanças

Um comentário:

O Garcia do Outeiro disse...

O mesmo que o anterior, este blogue necessita diversidade e, portanto, necessita-vos para que a poesia de aquém e além mar se fundam no copo dumha cultura comum; a vossa carregada de futuro e esperança, a nossa magoada pola história e que vê no Brasil o futuro que na Galiza se lhe nega ao galego-português.