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terça-feira, dezembro 09, 2008

MANIFESTO LITERÁRIO DO CARALHO: vanguarda ou compromisso político?

Som poetarra.

Como a auga, como o vento,
como a natureza mesma de todas as cousas.

Som poetarra
ainda que cante às treboadas
e nom à bela flor onde a mosca deixa a cagada.

Som poetarra
e por estranho miram-me mal: IMIGRANTE IDEOLÓGICO!
SEDE BENÉVOLOS,
NOM VEDES QUE SÓ SENDO DIFERENTE PODO SER EU?
As pingas do rio nom tenhem nome
porque som todas iguais,
assí que Heráclito nom tinha NPI. Ryen de ryen.
«O povo só se salvará quando deixe de ser massa»
dixo outro poetarra
no seu poemário (sic.) Sempre em Galiza.

Já o sabedes,
todo lho devemos ao nacional-catolicismo:
sobretodo as ganhas de mejar e ir ao futebol a ver a “roja y gualda”./
Ai! E nom me tomedes isto a mal desde o vosso escano burguês/
(lembrade que som poetarra
... de barra americana...).

Umha aperta com escárnio e maldizer do Garcia de Guilhade

3 comentários:

O Garcia do Outeiro disse...

Agradecer, antes de mais, a acolhida neste blogue e aguardo que seja umha experiência frutífera e enriquecedora para todos nós. Umha aperta irmandinha a todos vós e moito obrigado mais umha vez.

Raíz Verde disse...

Es ben acollido aquí pola túa excelente poética. Benvido poetarra!

albagal disse...

Hehe, xenial!

Benvido poetarra ;)