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domingo, julho 19, 2009

# rascunho

As alegorias do meu destino
já se transformaram em história.
Floresceram tulipas e magnólias
na paisagem dostoievskiana da
minha vida fazendo amadurecer
um sentimento hesseniano
de que só se esta intranquilo
quando se tem esperanças
de um outro amanhã.

3 comentários:

O Garcia do Outeiro disse...

Muito boa a sua composiçom, numha linha culturalista que remete para o romance psicológico e a filosofia. Gostei certamente dele. Um abraço desde a Galiza

Raíz Verde disse...

Eu quando ouvo dizer que o que move aos seres humanos som umha serie de principios e valores sempre o nego. Pois o que move ás persoas como vôce bem explica neste poema é a súa fé no futuro:

"...esperanças
de um outro amanhã. "

Umha aperta galega e ánimos para seguir a escrever!

A Conxurada disse...

Quédomes, sobre todo, cos dous últimos versos.

Un saúdo.