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sábado, abril 14, 2012

No desmembro eu, membrana sinovial

Do desmembro

fago-me eu agora

membrana sinovial:

a que envolve os tendons,

interpondo-se entre a pele e os ossos.


Sinto o

desmembro

da minha ialma

quer pelo pérfido poder

que cada dia mais nos desgoverna,

quer pelo amor,

essa força superior que decote nos engole.


Do desmembro

observei ingredientes

com muito suco, carnosos,

que ligam com a massa dos meus pretendidos versos.


Sinto o

desmembro

em min para partilhar com vós.


Cumprimentos pela invitaçom,

sem mais dilaçom remato esta minha apresentaçom.


PS: Verbas que debuxam gráficos (pretendido caligrama da minha volubilidade).

2 comentários:

Jorge CimadeVila disse...

Magnífica apressentação! Avante a poesía! :D

O Garcia do Outeiro disse...

Bem vinda, aguardo que seja agradável a singladura e que deixemos para o manhá um ronsel bem carregado de mensagem, lírica e vontade de mudança. Apertas