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sexta-feira, abril 20, 2012

Sou de bo dente


“Debemos toma-lo a groma
rir-nos todos e mais rir-nos
Venha um trago companheiros
Se nom há pam... venha vinho”.
                        Fuxam os ventos





Pode que minta
se respondo “bem”
cando me perguntam: Que tal?
Soio encarno a verdade escribindo.

Hoje sou sangue
derramada que corre
em contra da minha vontade.

Quixera...

ser caprichosa,
que os meus antolhos
trocaram o sangue
em bágoas de alegría,
ou também,
ser pedra inerte
que a auga dum rio
trocara o meu sentimento
en silandeiro bruido.

Es de bo dente!- que diriam os meus,
se nom há pam, venha vinho.





Um comentário:

Jorge CimadeVila disse...

Nom há coma se-lo, que diriam os nossos! lol