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segunda-feira, junho 22, 2009

BEIJOS

«Un poema é un nó que o poeta fai para non se esquecer de algo moi fremoso, mais tamén moi fuxideiro», Rafael Dieste.

Um beijo é um r
a i
o
no taxímetro do amor,
umha mecha acesa
anunciando com faíscas de sorrisos
a explosom dos sexos encontrados.

"Dónde están los besos que te debo
en una cajita
que nunca llevo el corazón encima
por si me lo quitan".

Pola manhá tam só nos fica o recendo,
a fugaz lembrança dos beijos idos;
e os beijos serám chegados.

2 comentários:

Raíz Verde disse...

Gusta-me :D É fermoso e tem personalidade própia, há amor verdadeiro neste poema!

O Garcia do Outeiro disse...

Na língua tamém está a árvore genealógica do amor, parafraseando a tua cita de Samuel Johnson. Nós sempre pomos amor aos nossos poemas xD, porque hai muitos e fundos tipos de amor e desejamos poder cantar a todos os amores.