
Jogadora morta dende o início da partida
que tenta consolar-se cos seus asasinos.
Síndrome de Estocolmo ou baleiro inmenso?
O amor e a culpa comparten
face, lúa minguante ou crecente:
a que nós lhe ponhamos, nossa própia.
Nunca a liberdade sandou as feridas
de quem quer ser destinatário do alheo,
ladrom que rouba pra ter despois pesar na consciência.
Pobre daquel que cura de todos agás del,
alma débil e enfermiça das frechas que dispararom
sem objectivo, dispersas, em mentes dementes.
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