Acordo,redobro sensaçoes,me perco em sentimentos,avaliaçoes da noite que se esvaira sem que eu percebesse o tamanho do universo onde eu me encontrava,no sonho,com quem eu falava?Se me amava?Alucinaçoes!!!Sao varios coraçoes a prova!verdade ou ilusao?Só sei q engana bem esta dimensao!E sem noçao me dissipo em mundos virtuais,ondas neurais processam o desconhecido.Pensei.Antes do trem parar..eu devia ter descido!!!
Mr.Black!!!
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quarta-feira, outubro 25, 2006
sexta-feira, outubro 20, 2006
que lugar chegar
com a bolha de sabão?
a essa altura que os sonhos se realizam
empurrado ao léo
esmaecendo o frio e a escuridão da altitude
do desenho de sua face
da forma de suas madeixas
do cheiro cítrico do seu rastro
descer ao inferno completa
subir aos céus pecadora
manter-se na terra humana
Luiza
a partir do desmembro da gata de rua
quinta-feira, outubro 12, 2006
voces na noite calada,
escura coma teus olhos, profunda.
desmembrado o meu coraçao
a minha alma lonxe dos teus beijos.
eu vivindo en sonhos a mintira da lembranza.
e ti, tola e descoidada coma eras...
ali sentada, fitando abraiada, naquela aula,
daquela faculdade hoje lonxana. fitamonos un momento...
do sol á treboada, todo buliu, olvidamonos!
non sabiamos das novas miradas que nos agardaban!
en compostela! na capital dos asoballados!
amencer--> adicada a minha amiga heleninha, mais fermosa que a de troia!
escura coma teus olhos, profunda.
desmembrado o meu coraçao
a minha alma lonxe dos teus beijos.
eu vivindo en sonhos a mintira da lembranza.
e ti, tola e descoidada coma eras...
ali sentada, fitando abraiada, naquela aula,
daquela faculdade hoje lonxana. fitamonos un momento...
do sol á treboada, todo buliu, olvidamonos!
non sabiamos das novas miradas que nos agardaban!
en compostela! na capital dos asoballados!
amencer--> adicada a minha amiga heleninha, mais fermosa que a de troia!
Um nó no cotidiano
desfez o laço de fita
minha alma jaz ,
vazia
vadia e fita
um outro canto de Minas
E o espelho eterno dos teus olhos
já vai longe do que eu fui um dia
não somos mais nós,
E o que restou do amor?
um poema de assombro
a sombra calada
a dor ao lado,
a solidão das vozes.
Carolina
( A partir do último texto de Fernanda e do poema de Flor de Dezembro)
desfez o laço de fita
minha alma jaz ,
vazia
vadia e fita
um outro canto de Minas
E o espelho eterno dos teus olhos
já vai longe do que eu fui um dia
não somos mais nós,
E o que restou do amor?
um poema de assombro
a sombra calada
a dor ao lado,
a solidão das vozes.
Carolina
( A partir do último texto de Fernanda e do poema de Flor de Dezembro)
A dor de viver-me
Às vezes sinto que não caibo na alma.
Que estou do tamanho de uma explosão iminente...
e frustrada.
dissolvo-me então na angústia do deveria-ter-sido,
como um espirro involuntariamente contido...
mas que sangra;
por dentro;
nas fissuras que provoca na alma.
E lá estão elas:
as cicatrizes de tantas outras fissuras
por tantos outros espirros contidos,
a lembrarem-me do que tento esquecer a vida toda:
a dor de viver-me
Flor de Dezembro
Que estou do tamanho de uma explosão iminente...
e frustrada.
dissolvo-me então na angústia do deveria-ter-sido,
como um espirro involuntariamente contido...
mas que sangra;
por dentro;
nas fissuras que provoca na alma.
E lá estão elas:
as cicatrizes de tantas outras fissuras
por tantos outros espirros contidos,
a lembrarem-me do que tento esquecer a vida toda:
a dor de viver-me
Flor de Dezembro
...
Retiro a fita e dou um
Nó
Nas palavras amarradas
Em minha cabeça.
Estou livre...
Do laço
E da prisão de palavras.
Mas ainda espero...
O beijo detido no centro.
Fernanda (segue texto de Carolina, "Palavra virou...")
Nó
Nas palavras amarradas
Em minha cabeça.
Estou livre...
Do laço
E da prisão de palavras.
Mas ainda espero...
O beijo detido no centro.
Fernanda (segue texto de Carolina, "Palavra virou...")
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